Aveloz

Nome científico: 
Euphorbia tirucalli L.
Sinonímia científica: 
Arthrothamnus bergii Klotzsch & Garcke
Família: 
Euphorbiaceae
Partes usadas: 
Látex retirado dos ramos.
Princípio ativo: 
Hidrocarbonetos terpênicos e aldeídos.
Propriedade terapêutica: 
Antiasmática, anticarcinogênica, antiespasmódica, antibiótica, antibacteriana, antivirótica, fungicida e expectorante.
Indicação terapêutica: 
Tumores cancerosos e pré-cancerosos.

Nome em outros idiomas

  • Inglês: firestick plants, indian tree spurge, naked lady, pencil tree, milk-bush, rubber-hedge Euphorbia, finger tree

Habitat
Originária da África e de lá foi levada para outros países tropicais. No Brasil se adaptou bem na região Nordeste.

Descrição
É um arbusto que pode atingir até 3 metros de altura, possui ramos verticiliados, cilíndricos, extremamente ramificado, com coloração verde. Dá uma excelente cerca viva.

Propriedades químicas
Óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, ésteres de forbol e ingenano ésteres de ingenol, 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E)-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina e tirucalol.

Uso medicinal
Na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de efeito irritante na pele e aos olhos porém o seu suco dissolvido em água é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.

Pesquisadores americanos já se interessaram pelo aveloz e descobriram propriedades contra o carcinoma maligno, como complemento de outros procedimentos médicos.

Veja um resumo de depoimento no "Livro da Família", 1994, páginas 170 e 171, sobre o efeito do aveloz em pacientes com câncer:

Adeus câncer? Antes de mais nada, quero deixar bem claro que nunca desautorizo a medicina. Não me intrometo onde não posso, pois não sou médico. Apenas por acaso descobri esta planta para minha cura de fístula que, parece, está também dando certo com pessoas que sofrem de câncer.

Observando mais de 200 pessoas que tomaram o aveloz pude tirar algumas conclusões:

  1. Pessoas que sofrem de câncer podem tomar até três gotas de seiva do aveloz contra o câncer, diariamente.
  2. Tomar uma gota de cada vez em três vezes ao dia, em meio copo de leite, após as refeições. Assim se garante uma ação contínua.
  3. Tomar a seiva pura faculta uma cura mais rápida, mas deve-se continuar o tratamento até três meses após o desaparecimento dos sintomas. E mesmo depois voltar ao tratamento de vez em quando, por uns dois anos.
  4. Continuar o controle médico. Só ele pode declarar uma cura definitiva.

Quando começou a propaganda do aveloz? "Eu, pessoalmente, sofria de uma fístula pleural durante quase cinco anos. Uma cirurgia seria perigosa, segundo alguns médicos. Achavam que eu deveria conviver com este incômodo até o fim da vida. Saía muito pus. Um dia me lembrei de usar o aveloz. Deu certo. Em apenas três semanas a fístula desapareceu. Isto já faz ano e meio. Continuo bem...

Vejamos o efeito do aveloz em duas pessoas:

Uma senhora sofria de câncer das mamas. O uso do aveloz fez desaparecer totalmente todos os nódulos em apenas duas semanas. Ela estava sob observação médica, que constatou câncer. Após um ano de desaparecimento dos sintomas de câncer, voltaram os nódulos. Voltou a tomar aveloz. E novamente ficou sem os sintomas. Deverá tomar o aveloz durante mais tempo.

Outra senhora estava condenada à morte com câncer generalizado dos intestinos. Os médicos lhe davam no máximo dois meses de vida. Tomou o aveloz. E hoje está trabalhando no normalmente, com boa saúde. A cura foi em maio de 1992. Ela se sente bem. Não sente mais nada da doença. Aguardamos algum tempo para poder falar de uma cura definitiva.

Poderia mencionar ainda muitos casos de pessoas doentes de câncer que tomaram o aveloz e não sentem mais nada. Todos os sintomas desaparecem.

 Toxicidade
Por ser altamente cáustico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar até uma hemorragia.

Devido a sua toxicidade, o professor Lelington, químico-fitologista (UFPR), aconselha que o uso mais seguro do aveloz seja de glóbulos homeopáticos, pois tem o mesmo efeito das gotas e não agridem o estômago. Usar 6 glóbulos sublingual de manhã e a noite.

 Colaboração
Lelington Lobo Franco, escritor, pesquisador, químico-fitologista (Curitiba, PR)

 Referência

GOOGLE IMAGES de Euphorbia tirucalli

Galeria: